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sábado, 5 de janeiro de 2013

Por que comemoramos o Natal?




Pois é, o Natal foi na semana passada, e cá estou falando dele. Mas é exatamente esse o ponto. Todo ano é a mesma coisa. Quem está acostumado a debates acerca de temas religiosos ou teológicos na internet sabe que todos os anos esse assunto reaparece; as pessoas dão um jeito de discutir, mais uma vez, sobre “Jesus não ter nascido em 25 de dezembro” e coisas (irrelevantes) desse tipo. O mundo não foi criado em 1º de Janeiro, e ninguém discute isso.

Outro assunto discutido nessa mesma linha é sobre o “erro” de se ter um dia para comemorar o nascimento de Jesus. Afirmam os salvadores do mundo que devemos comemorar o nascimento (e tudo o mais) de Jesus todos os dias, e não em um dia específico. O primeiro problema, o de se verificar se Jesus nasceu ou não no dia 25 de dezembro, é mera curiosidade histórica; não é um problema propriamente teológico. Mas essa segunda questão certamente é doutrinariamente relevante, porque toca em um ponto mais profundo. Não se trata de uma doutrina abstrata, acima das nuvens, ou de um fato perdido em um passado longínquo, nas brumas da história antiga. Trata-se de algo completamente sem nuvens. Trata-se da prática corriqueira de, como cristãos, adorarmos em conjunto.

Por que comemoramos o Natal? Simples. Porque Jesus nasceu.

Cremos que Jesus nasceu. A mera afirmação “Jesus nasceu” é um dogma fundamental do cristianismo, uma rocha sólida e plana sobre a qual todo o edifício da doutrina e da prática pode se erguer sem medo, em projeções arquitetônicas que de outro modo seriam impossíveis. Afirmamos que o Senhor celeste, a quem dedicamos adoração e culto, nasceu.

Um cristianismo sem esse dogma não seria cristianismo. Não é sem motivo que uma das primeiras heresias enfrentadas pelo cristianismo negava precisamente essa simples afirmação, de que Jesus nasceu. Os gnósticos e docetas pregavam, dentre outras impropriedades, a de que Jesus simplesmente desceu do céu. O Evangelho, entretanto, mantém que “o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (João 1:13). Nesse sentido, o dogma é mais realista que a heresia; não é nada realista dizer que um carpinteiro judeu desceu do céu. Afirmar que Jesus nasceu significa, de fato, afirmar que o Deus dos Céus e o homem Jesus de Nazaré são um mesmo ser. Significa que em um só ser os Céus e a Terra estão, sem qualquer contradição, unidos, conciliados. É o cruzamento da história humana com a metafísica divina.

De toda sorte, o Natal é como que uma fortaleza contra a heresia doceta. Todos os anos lembramo-nos de que Jesus nasceu. Todos os anos comemoramos, memoramos com, memoramos conjuntamente o memorável fato de que o memorável Filho de Deus nasceu no nada memorável quintal do mundo, em alguma data imemorável.

Somos seres comemorativos. Vivemos a comemorar coisas. Isso se dá, em parte, porque a vida é matizada dos mais diversos sofrimento. Quando algo incrível acontece, fazemos questão de relembrar esse algo incrível, em trazer esse algo incrível para o dia de hoje, especialmente quando essa lembrança é maior do que todos os nossos sofrimentos atuais. Inevitavelmente comemoramos.

Mas isso, por si só, não responde à pergunta levantada. Por que devemos comemorar isso em um dia apenas, e não todos eles?

Desculpem-me os salvadores do mundo, mas Jesus nasceu em um dia do ano apenas.

O motivo, na realidade, é bem simples: Deus fez uma quantidade muito grande de coisas incríveis, de modo que não temos como comemorar todas elas ao mesmo tempo. Podemos talvez lembrar a todos os mais importantes em um dia, mas não podemos, de modo algum, comemorar a todos eles da forma que merecem. Quando olhamos o Natal isoladamente, poderíamos pensar que deveríamos comemorá-lo todos os dias, e não apenas em 25 de dezembro. Mas isso se dá porque, estando nós na época natalina, a nossa visão desfoca pela proximidade do objeto. Quando, entretanto, tomamos a devida distância e observamos que, além desse objeto, há uma quantidade imensa de outros, podemos avaliar na devida proporção.

Comemorar não é apenas lembrar. Podemos (e devemos) lembrar todos os dias que Jesus nasceu. Mas não podemos comemorar a isso todos os dias. Aqueles que dizem que podemos (ou devemos) fazê-lo não o fazem, porque não há como fazê-lo. Comemorar é, em conjunto (como em uma festa), trazer à memória um fato passado notável. E a medida da nossa comemoração é proporcional à intensidade do fato comemorado.

O nascimento de Jesus não é um fato de pouca intensidade. Dizemos que Jesus de Nazaré é Deus e dizemos que ele é homem. Dificilmente se pode imaginar algo de maior intensidade. Quando proclamamos que isso não é simplesmente uma fabulação, mas um fato histórico ocorrido em algum momento do passado, ou seja, quando dizemos que a doutrina do Deus-homem está contida no dogma de que “Jesus nasceu”, colocamos diante de nós um dos fatos mais dignos de nota já vistos. O nascimento de Jesus merece, portanto, uma grande festa, uma das maiores. É claro que não somos capazes de fazer isso todos os dias.

Mas é aqui que entra um ponto chave no que tange ao culto cristão. No nosso tempo, o individualismo é uma das sementes do caldo cultural e valorativo do qual bebemos. Inevitavelmente nós, protestantes, permitimos que esses valores penetrem na Igreja e moldem a forma como interpretamos a doutrina e a prática. Entretanto, não há lugar para individualismo (o que não é o mesmo que individualidade) na Bíblia. Cada um de nós, como cristão, adora individualmente. Mas a Igreja também adora. É preciso aqui ter bem em mente o axioma eclesiológico de que a Igreja não é a soma algébrica dos indivíduos que a compõem. Nenhum de nós é, individualmente, a Igreja. “A Igreja sou eu” é uma doutrina certamente diabólica. A Igreja é apenas a reunião de todos nós, de diversas épocas e diversos lugares. “Somos (…) um só corpo, porque participamos do mesmo pão” (1 Coríntios 10:17).

Nesse sentido é que se coloca fundamentalmente o lugar do culto público. Sem dúvida devemos adorar a Deus individualmente, cada um na solidão de seu quarto fechado, no alto de uma montanha ou no fundo de uma caverna. Porém não é apenas cada um de nós que adora a Deus. A Igreja adora a Deus. E se essa reunião de todos nós que é a Igreja deve adorar a Deus, estamos todos, como cristãos, obrigados a nos reunirmos para adorar a Deus. Não é suficiente que cada um adore a Deus em seu lugar. É muito pouco.

Por isso nos reunimos, como cristãos, constantemente, para adorar a Deus. E se, como dito, o nascimento de Jesus merece certamente uma comemoração digna, a Igreja deve, em algum momento que se repita (de modo a permitir que cada um de nós faça parte dele), se reunir para adorar a Deus pelo nascimento de Jesus Cristo, lembrando esse fato essencial.

Ninguém que afirma que devemos adorar a Deus em todos os momentos o faz. Isso se dá porque inevitavelmente enquanto estivermos neste mundo, vivemos como animais, sujeitos a paixões e necessidades. Da mesma forma, como dito, ninguém que afirma que devemos comemorar o nascimento de Jesus todos os dias o faz. Mas há algo mais na essência da comemoração a se notar. Como se diz, aquilo que está em todos os lugares é fatalmente invisível. Se comemorássemos em todos os dias, no fim não comemoraríamos em dia algum. Comemorar sempre é o mesmo que não comemorar nunca.

Não nego, portanto, que Jesus mereça por seu nascimento uma comemoração digna todos os dias do ano. Mas vamos mais devagar. Quando formos capazes de comemorar um dia apenas sem discutir isso, podemos pensar em comemorar dois dias no ano, três, e sucessivamente.

(G. Montenegro)


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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Diante da cura



João 5 (NVI)

5 Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos.
6 Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou:
"Você quer ser curado?"

Imagine-se com um problema praticamente insolúvel, algo como "ser paralítico"; daí você descobre que há um meio de ser curado, talvez através de um tratamento com células tronco, algum outro milagre da ciência ou mesmo pelo simples ato de mergulhar em um tanque após notar um movimento característico nas águas que fosse atribuído a uma ação sobrenatural (trabalho de anjo ou coisa do tipo).

Agora o seu problema não é mais insolúvel. Porém... vamos supor que você não tem dinheiro para pagar o tratamento ou , pelo fato de ser paralítico, você não chega no tanque a tempo de ser curado (havia esquecido de mencionar, a cura no tanque é para o que chegar primeiro). Ainda está difícil de resolver seu problema, sua cura continua parecendo distante, quase impossível. Triste, não é?

Para piorar a situação, um estranho chega até você, com a maior "aparência de pobre" (Isaías 53.2,3) e te diz:

Você quer ser curado?

Como se diz por aqui, se você fosse paraibano ia gritar:
"Não está vendo que eu sou aleijado?! Ainda pergunta se eu quero!?"
Ou, em tom irônico, diria:
"Não. Eu estou apenas acompanhando um amigo que está 'gripado', não preciso de cura".

Mas você olha para o que lhe interpelou e julga se tratar de mais um necessitado a espera de um milagre; daí passa a contar a história àquele com quem se identificou:

"É, eu estou por aqui faz um tempo, coisa de uns trinta e oito anos; esse negócio de pular no tanque primeiro é complicado pra mim, pois, como você vê, sou paralítico e não tenho ninguém que me ajude..."

E você cuida em explicar tudo, inclusive que não tem dinheiro para o tratamento com células tronco e que o SUS não te concedeu direito a fazê-lo de graça. Você ainda está falando quando aquele homem, sem parecer nem formosura, diz:

Levante-se, pegue sua maca e ande.

De repente você passa a crer que pode fazê-lo e, simplesmente, levanta e começa a andar. Você não sabia até aquele momento, mas o homem de aparência pobre era Jesus, aquele que tomou sobre si as nossas enfermidades e levou sobre si as nossas doenças (Isaías 53.4), e digo isso não só dos males físicos, mas também do que afeta a nossa alma. E aí? Você esteve o tempo todo diante da cura imediata e, talvez por não saber, simplesmente ignorou e continuou a pensar que não tinha chances, você até disse isso a ele... mas, para sua supresa, ele te disse para levantar-se e andar e você o pode fazer, porque você creu.

Isso aconteceu a um homem que estava junto ao tanque de Betesda (Mateus 5.1-9), exceto por alguns pontos ilustrativos que usei para contextualizar e te aproximar da situação. Mas a conclusão é: a sua vida tem, em Cristo, todas as chances de dar certo; independente do que você tenha passado até hoje, estando diante de Jesus, você estará diante da cura, diante da solução, diante da salvação, diante do perdão dos pecados, diante da vida eterna. Apenas creia e dê ouvidos ao que ele te diz.

"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso".
(Mateus 11.28 - NVI)

Que a graça e a paz do Senhor Jesus sejam com a sua alma.

Um abraço.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

E Deus manifestou-se em carne



Não há dúvida de que grande é o mistério da piedade:

 Deus foi manisfestado em corpo,
 justificado no Espírito,
 visto pelos anjos,
 pregado entre as nações,
 crido no mundo,
 recebido na glória.
(1 Timóteo 3.16 - NVI)

Ainda hoje muitas pessoas fazem confusão acerca da pessoa de Jesus. Uns o pintam como um mestre iluminado, não sendo diferente de qualquer Buda ou Dalai Lama, sendo comparado a Gandhi etc. Outros o colocam no rol dos profetas ou dos líderes políticos, e outros ainda dizem que Jesus não existiu.

Mas eu e você somos convidados a crer que Jesus existiu, há inúmeras evidências a favor disto, e que ele não era um simples líder religioso, mestre iluminado, profeta, agitador político ou personagem de uma lenda. O testemunho histórico nos faz crer que Jesus existiu de fato, mas a palavra de Deus é que nos mostra quem foi esse homem chamado Jesus.

A palavra de Deus, sua mensagem, tem como princípio revelar a nós o Deus invísivel, e nos fazer saber qual é a vontade dEle para nossas vidas. Ou seja, a Palavra é a revelação de Deus, e Jesus nos é apresentado como a Palavra (João 1.1-3); pois ele é a última revelação do Deus invísivel (Hebreus 1.1-3), a expressão do amor de Deus e de sua vontade para conosco. Jesus, a Palavra, é Deus se manifestando aos homens de forma que eles pudessem vê-lo (ainda que o tenham desprezado...), ouvi-lo (...ainda que não tenham lhe dado ouvidos), tocá-lo (ainda que o tenham ferido) e crê-lo (...ainda que não o tenham crido, não todos).

Deus, através de Seu Filho, que é o " resplendor da sua glória e a exata expressão do Seu ser"(Hebreus 1.3 - NVI) tornou-se um como nós, irmanou-se com a humanidade, viveu neste mundo, sofreu neste mundo e morreu para que pudéssemos viver com Ele, e ressucitou para que tivéssemos certeza disto.

Que a graça e paz do Senhor Jesus sejam com o seu espírito.

Um abraço.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Vida Eterna em Cristo



"E este é o testemunho: Que Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em seu Filho."
 (1 João 5.11 - NVI)

Enquanto os homens se preocupam em encontrar uma maneira de prolongar a vida, e gastam milhões e milhões com pesquisas etc, Deus tem dado de graça a verdadeira vida eterna; quando digo de graça, quero dizer que não nos custou nada, Deus quis favorecer a humanidade e deu a vida eterna sem cobrar por ela, mas Ele mesmo pagou um preço para que nós pudéssemos ter essa vida: Ele entregou seu Único Filho, para que por meio dele fôssemos feitos seus filhos também e tivéssemos direito à vida eterna.

"Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus..."
 (João 1.12 - NVI)

Pois lá estava a humanidade, desgarrada, mergulhada num "charco de lodo" (Salmo 40.2), totalmente distanciada de Deus por causa do pecado(Romanos 3.23). Mas Deus, por sua graça, misericórdia e amor, não nos deixou sem escape; Ele nos socorreu, ainda que para tanto Seu próprio Filho tenha sofrido. Agora temos o favor de Deus em Cristo Jesus e o direito de viver eternamente, se assim crermos.

"Porque Deus tanto amou o mundo que deu seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna."
 (João 3.16 - NVI)

Muito mais do que longos dias de vida, nós temos direito a uma vida eterna, uma vida que dure para sempre, a uma comunhão eterna com Deus, a uma eternidade sem os males que sofremos aqui. E tudo isto está em Cristo, pois é através dele que podemos ser salvos.

"Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dados aos homens pelo qual devamos ser salvos."
 (Atos 4.12 - NVI)

A vida eterna está em Cristo, por ele podemos viver para Deus eternamente. Tenha consigo esta certeza e seja grato a Deus.

Que a paz e a graça do Senhor Jesus estejam com você.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Jesus é o teu Amor



Textos Bíblicos versão Almeida Corrigida Fiel



Salmo 42.8

Que ele me mostre durante o dia seu amor, e assim de noite eu cantarei uma canção, uma oração ao Deus que me dá vida.

1 João 4.7-12

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é caridade. Nisto se manifestou a caridade de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está a caridade: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se nós amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeita a sua caridade.

1 João 4.16,19

16E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é caridade e quem está em caridade está em Deus, e Deus, nele.

19Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.

João 15.9-13,17

Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isso para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa.

O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros.

João 14.21

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele.

Romanos 5.8

Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

Efésios 3.17-19

para que Cristo habite, pela fé, no vosso coração; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.

Provérbios 8.17

Eu amo os que me amam, e os que de madrugada me buscam me acharão.

Jeremias 31.3

Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Com amor eterno te amei; também com amável benignidade te atraí.

Oséias 2.19

E desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias.

Visite: Pastor C@ssé

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

E as novas de alegria?



"E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo..."
(Lucas 2.10 - ACRF)

Que a paz do Senhor esteja com você!

Estava esperando a oportunidade de poder refletir com você sobre a palavra de Deus, mas é final de ano, final de semestre, tenho projeto final de uma disciplina, "prova final" de outra... o tempo ficou mais resumido do que já era e tenho poucas oportunidades de me colocar diante de um PC que não sejam para estudar. Porém... dei uma escapulida aqui no meu estágio (na verdade ainda estou em horário de almoço, pelo menos enquanto digito) e estou aqui com você, pronto para mais uma reflexão.

Bem, esquecendo o meu drama universitário, queria falar um pouco das festividades que se aproximam. É dezembro e, apesar de Jesus não ter nascido neste mês, as pessoas comemoram o "Natal", que seria um dia reservado no qual as pessoas lembrariam do "amor de Deus que enviou seu filho ao mundo para redimir a humanidade" (João 3.16). O que as pessoas chamam de Natal está bem distante do ele devia representar.

Jesus não é o centro das atenções no Natal que o mundo comemora. Jesus é lembrado em uma ou outra "canção de Natal antiga", mas o "Papai Noel"... está em todas, protagoniza filmes, é exposto em Shoppings (através de bonecos ou de atores fantasiados), até a "árvore da natal" é mais lembrada que o "suposto homenageado". Mesmo que Jesus não tenha nascido em 25 de dezembro, se você quer comemorar o nascimento dele, faça da maneira correta.

Se você consegue lembrar de Jesus no Natal, parabéns! Mas a maioria das pessoas esquece; lembram-se de pisca-piscas, árvores a serem enfeitadas, presentes a dar e a receber (estes últimos mais que os primeiros), presépios (pensa-se que um bebezinho "louro" ali no meio vai lembrar a pessoa de Jesus?), guirlandas (aqueles enfeites de porta, nome estranho, né?), Papai Noel etc. E Jesus?

Você quer mesmo comemorar o nascimento de Jesus? Tire esse dia para lembrar do motivo pelo qual ele veio ao mundo, agradeça a Deus por ter enviado o Seu Filho para conduzir a obra da salvação até consumá-la no Calvário. Enfim, expresse sua gratidão a Deus, pois as novas de "grande alegria" também alcançaram a você.

Então, fique meditando na notícia que os anjos deram; o Salvador da humanidade veio ao mundo (não importa se não foi em dezembro, o melhor é bom lembrar-se sempre) e nos ensinou a viver exercitando o amor e a fé, mas não ficou só nisso; ele se sacrificou por nós no fim da história, e nos deu acesso a uma vida de comunhão com Deus. Seja grato, e comemore com alegria o seu natal.

Que Deus abençoe você!

Um abraço.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Está perdido?



Foto GPS

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho,e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6 - A.R.A)


Com o avanço da tecnologia nos dias de hoje, quando as pessoas estão perdidas ou querem saber qual caminho devem seguir para chegar no seu destino, elas utilizam o chamado GPS, um sistema de posicionamento por satélite que orienta o indivíduo na busca por um caminho, na sua posição atual, sua velocidade de deslocamento...

Essa semana vi no noticiário que uns estrangeiros estavam num carro procurando um certo lugar no Rio de Janeiro, e pra isso utilizaram o sistema GPS, que os orientou, e os levou para uma via dominada pelo tráfico e ali foram assaltados. O GPS não informa os perigos existentes no percurso, havia outro caminho menos perigoso, mas o sistema não identifica esse fator, ele tenta facilitar a chegada no local. E é assim que acontece quando escolhemos caminhos alternativos, muitas vezes temos pressa de chegar e acabamos nos dando mal.

Na longa viagem da vida, cada um busca um destino, mas muitas vezes nos sentimos meio perdidos, não sabemos qual rumo devemos seguir. Existem vários caminhos, cada um com seus atrativos, mas muitos deles não nos levam a um lugar seguro. Nesse caso não dá pra usar um GPS, é preciso usar o JC, isso mesmo Jesus Cristo, Ele é o caminho, o caminho que nos leva a Deus, só através dEle podemos chegar ao Pai.

Se você deseja chegar-se a Deus, o único caminho que pode lhe levar a Ele é Jesus Cristo, o mediador entre Deus e os homens.

Um Bom dia pra você!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O advogado



"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo."
(1 João 2.1 - ARC)

Foto Martelo de Juiz

O advogado é uma figura muito importante em um julgamento. É ele que tem nas mãos a responsabilidade de defender ou acusar alguém. Para isso, ele usa de ferramentas de persuasão muito fortes, com o objetivo de se obter o veredicto desejado para o réu em questão. Um advogado tem de conhecer todos os detalhes acerca do réu para executar uma boa defesa, ou uma boa acusação.

Em nossa vida espiritual também passamos por um constante processo de julgamento. Nossas ações estão sendo observadas pelo Criador do universo, que é o Supremo Juiz. Cada passo em falso é visto por Ele e com certeza é levado em conta no julgamento ao qual Ele nos submete. Mas como esconder ou perjurar perante um Juiz que vê tudo e está em todo lugar? Se Ele nos imputa as nossas falhas não há como negar ou tentar escapar.

Então como escapar da condenação certa, visto que Deus é justiça e nossa natureza humana é pecadora desde Adão? A nossa felicidade é que temos um advogado perante Deus, que também tem as ferramentas certas de persuasão para nos livrar da condenação eterna.

Jesus cristo é o advogado que nós temos perante o Pai e se nós confiarmos nEle e lhe entregarmos os nossos caminhos Ele nos justificará e nos dará a liberdade da vida eterna. Por isso, meu amigo, não tenha medo de passar pelo Julgamento do Senhor; apenas entregue a sua vida o para Ele e Ele te justificará com o Sangue derramado na Cruz e te livrará de um veredicto de culpado, pois essa culpa já foi extirpada com o sacrifício dEle em seu lugar.

Que Deus vos abençoe e vos conceda a Paz!

domingo, 14 de setembro de 2008

O Caminho certo



Há caminhos que para o homem parecem direitos, mas o fim deles são caminhos de morte.
(Provérbios 14.12 - ARC)

Foto Caminho

Quantas vezes deixamos nossas decisões serem guiadas por impulsos? Na hora em que a vontade bate é difícil resistir. É aquela compra que pode esperar, a palavra que pode ser calada, a viagem que pode ser desmarcada; mas quando a compulsividade humana aperta, acaba sendo difícil optar pela decisão correta. Sempre fazemos 'o que dá na telha', quando nem sempre isso nos acarretará em algo proveitoso.

E quando essa compulsividade é executada no reino espiritual? Quando deixamos que o momento nos leve a fazer coisas que desagradam a Deus? É preciso estar sempre atento, pois isso acaba acontecendo o tempo todo. A natureza humana chama pelo pecado, e se não conseguirmos controlar essa natureza, a mesma acaba se entregando a ele. E isso acontece quando menos percebemos, quando parece que os caminhos que estamos escolhendo nos levarão a bons lugares, mas a realidade não é exatamente essa.

O sábio rei Salomão, inspirado por Deus proferiu que o fim desses caminhos, que aos olhos humanos parecem perfeitamente aceitáveis, são caminhos de morte. E muito tempo depois, o apóstolo Paulo disse que o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23). Vemos, então, a perfeita relação entre os caminhos que Salomão falava e o pecado. Os caminhos do pecado parecem ser bons; mas o seu final é sempre a morte, de todas as formas que ela possa existir.

Se você tem andado por caminhos que você acha que são bons, eu lhe dou um aviso e lhe faço um convite: cuidado, pois o fim dessas estradas não será tão agradável quanto o início delas. O caminho por onde se deve andar chama-se Jesus Cristo, pois Ele mesmo disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; niguém vem ao Pai senão for por mim (João 14.6; grifo nosso). Este é o convite que eu te faço, amigo: ande por este Caminho, e com certeza você encontrará o lugar que você precisa para aliviar a sua alma, e nEle você nunca estará sozinho, pois o próprio Deus vai te tomar pela mão e te conduzir até a vida eterna, que Ele já preparou pra você.

Que Deus vos abençoe e vos conceda uma ótima semana.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Se alguém tem sede, venha a mim, e beba



"Se alguém tem sede, venha a mim e beba". (João 7.37)


Você já conviveu com pessoas que parecem ver um passarinho verde todos os dias?

É maravilhoso ter ao nosso lado gente assim, cheias de vida, alegres por natureza. Pessoas assim são capazes de nos transmitir algo diferente, mesmo quando estamos indiferentes.

Já ouvi relatos que dizem:
- Gosto de conversar com aquele irmão, porque ele sempre está de bom humor e sempre tem uma conversa agradável e animadora.

Por outro lado, existem pessoas que parecem transmitir negativismo, e geralmente essas pessoas têm boa condição financeira, um cargo de responsabilidade no trabalho, família, enfim, têm tudo para serem felizes, mas mesmo assim vivem com a 'cara de quem está com fome', geralmente chamamos estas pessoas de mal amadas. Na verdade a cara feia destas pessoas não é de fome, mas de sede.

A sede da alma se manifesta causando os mais diversos distúrbios de comportamento. Mau humor, irritabilidade, estresse, medo e até depressão são sintomas comuns naqueles que sofrem de sede. Ao se agravarem esses sintomas, a ponto de essas pessoas não conseguirem nem ao menos se relacionar bem com seus próprios familiares, elas buscam a solução na medicina moderna, sem saber que tudo o que ela tem é sede. Por sua vez a medicina tenta explicar o problema, por que solução mesmo ela não tem (não para a sede), e tenta identificar a origem afim de que a própria pessoa possa encontrar a solução dentro de si. Quando a pessoa sedenta se submete a essa tempestade de reflexões e análises ela pode acabar saindo muito pior do que entrou, ao concluir que 'nem Freud explica'. Não o seu caso.

Refletindo um pouco sobre isso percebi que muitos são os que vivem assim. Sem saber que este mal é apenas sede. Sabendo disto Jesus diz:
- "Se alguém tem sede, venha a mim e beba" (João 7.37).
E explica:
- "Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna." (João 4.14).

Tudo que o homem precisa é de água, não água comum, mas da água que só Jesus pode dar.

Ahh! Isto explica o comportamento daqueles que parecem ver passarinhos verdes todos os dias. Eles têm uma fonte de águas vivas fluindo direto de seu interior, contagiando as pessoas e as fazendo desejá-la também. Mas como beber desta água? Jesus responde:
- "Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre" (João 7.37).

Se você não bebeu desta água, não perca mais tempo! Beba agora mesmo, basta crer em Jesus e confessá-lo, aí mesmo onde você está, como seu único e suficiente Salvador.

Se você já bebeu então não deixe que os problemas desta vida terrena roubem de você a fluidez desta fonte. Deixe fluir de seu ventre a água viva, para que aqueles que estão com sede se saciem também.

Um forte abraço!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Vem e vê



"Disse Filipe: Venha e veja".(João 1.46b - NVI)

Foto: Olho azulNenhum versículo caberia melhor para abrir esse espaço. Você é convidado a vir, sempre, e ver que ainda há esperança, que a tua vida tem um grande valor e que nada é sem motivo.

Filipe estava ansioso, feliz, porém muito ansioso. Havia encontrado algo que atendia às suas expectativas, algo que era esperado por cada compatriota seu. Mas onde ele foi encontrar algo tão importate? Na desprezada Nazaré. Sim, em um lugar do qual ninguém esperava que viesse algo de bom, ali ele encontrou a bondade em pessoa, encontrou o Messias de Israel (um tipo de herói, um escolhido).
Filipe não se conteve, saiu a dizer o que havia encontrado. Algo como a cura do câncer, num mundo onde cada ser vivente era canceroso. Então Filipe encontra Natanael, um homem de boa reputação entre o povo, e não tarda em lhe contar a nova:
- Achamos aquele por quem todos esperavam!
Mas ao ouvir a origem da descoberta (Nazaré), Natanael se surpreendeu:
- E pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse ele.

Nós vivemos esperando por algo que nos complete, que dê sentido à nossa vida: A cura para o nosso câncer, para os nossos vícios mortais, para a nossa honra manchada, para a nossa mente perturbada: a mudança das nossas vidas, a paz.
De onde podemos esperar que venha nossa solução? Filipe já disse: veio de Nazaré!
Vem e vê! Abra os seus olhos e o seu coração. Venha a Cristo, olhe para ele e deixe ele tomar conta da tua vida.

Que a graça e paz estejam sempre contigo!

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