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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Filhos para glória de Deus




11 Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.
12 Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus,
13 os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.


Graça e paz sejam multiplicadas a você.
Mais um ano entra em curso (ou pelo menos esta é uma maneira de enxergar a coisa...) e o que temos planejado? Que metas temos definido? Qual será o próximo passo que daremos?
Seja o que for que tenhamos em mente para 2013, é importante considerar um ponto da nossa vida na fé, e é essencial que o façamos da maneira correta. O ponto é: somos filhos de Deus.
Você pode se perguntar:
— Existe uma maneira incorreta de consideramos o fato de que temos Deus por pai?!
Bem, não deveria existir, mas, ao que parece, existe. Não é raro notar arrogância, ganância, falta de temor a Deus e hipocrisia nas declarações daqueles que estufam o peito para se auto-proclamarem filhos de Deus.
Às vezes há até quem defina as características dos verdadeiros filhos de Deus — ainda que o próprio Deus não tenha feito menção no seu contrato de adoção — como sendo a prosperidade material, a imunidade às doenças, a superioridade sobre os demais homens (pecadores inúteis, depravados e distantes dos méritos que os tornariam filhos de Deus...) etc. Mas os filhos que Deus adotou não foram adotados por serem bonzinhos, tampouco o foram para se tornarem ricos, invulneráveis ou coisa parecida.
Lembremos do Filho de Deus que viveu entre nós, aquele que nos dá o direito de também sermos filhos pelo simples fato de crermos no seu nome, e vejamos o quanto ele se fez pobre e o quanto ele sofreu por nós (O contrato da nossa adoção foi carimbado com sangue e sangue inocente!). Olhando para ele é que podemos entender o que é ser filho de Deus.
Há muitos que se dizem filhos de Deus e decretam, proclamam, exigem e declaram o que Deus deve (ou é obrigado) a fazer por eles. Isto é ser filho? Outros vivem de toda maneira, porque Deus é amor, Ele é um paizão que nos ama e sempre nos receberá de braços abertos. É assim que se comportam os filhos de Deus?
Jesus não exigia, ele pedia, orava, rogava; e inclusive rogou ao Pai por aqueles que seriam seus irmãos adotivos:
1 Depois de dizer isso, Jesus olhou para o céu e orou: "Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho te glorifique.
…
6 "Eu revelei teu nome àqueles que do mundo me deste. Eles eram teus; tu os deste a mim, e eles têm guardado a tua palavra.
7 Agora eles sabem que tudo o que me deste vem de ti.
8 Pois eu lhes transmiti as palavras que me deste, e eles as aceitaram. Eles reconheceram de fato que vim de ti e creram que me enviaste.
9 Eu rogo por eles. Não estou rogando pelo mundo, mas por aqueles que me deste, pois são teus.
--
(grifo meu)

Jesus também não abusava do amor do Pai. Ele obedecia, glorificava o Pai e não a si mesmo (o Pai é quem o glorificaria):
2 Pois lhe deste autoridade sobre toda a humanidade, para que conceda a vida eterna a todos os que lhe deste.
3 Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
4 Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer.
5 E agora, Pai, glorifica-me junto a ti, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse.

Tomando como parâmetro a vida de Jesus, o Filho Unigênito de Deus, podemos notar que ser filho de Deus implica em amar a Deus, temer a Deus, obedecer a Deus, buscar glorificar a Deus. Ser filho de Deus é portar-se como Jesus.
Não ignoro nossa incrível capacidade de errar, porém é em Jesus que somos feitos filhos de Deus, mediante a fé. Não podemos por nossos próprios esforços alcançar a medida de Cristo, mas Cristo é o alvo; olhemos para ele, andemos como ele e assim é que nos portaremos como filhos [para a glória] de Deus.
5 Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,
6 que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se;
7 mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.
8 E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!

sábado, 9 de maio de 2009

Filhos obedientes, lares abençoados



1 João 3:

11 Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.

12 Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas.

13 Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo vos odeia.

14 Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte.

15 Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele.

16 Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.

17 Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?

18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.

Nota: Bíblia Sagrada - Almeida Corrigida e Revisada Fiel (ACRF, Ed. 1994)


FOTO: Dois filhos de Francisco

Uma certa tensão entre irmãos é normal e o relacionamento entre si tem sido demasiado difícil há muito tempo, desde os primeiros irmãos (Caim e Abel) e também podemos citar Esaú e Jacó (Gn 25:19-34). O que será que diriam quanto ao seu relacionamento com seus irmãos numa pesquisa familiar? O que José e seus irmãos pensavam uns dos outros?

Acredite, essa rivalidade e sentimentos muito parecidos existem hoje em dia, poucas ações e demonstrações é que mudam, irmãos buscando passar à frente dos outros, se achando inferiores ou sendo tratados com indiferença até mesmo pelos pais.

Sabemos que no texto acima não se fala só de irmãos de sangue. Porém, quero que você que tem um ou mais possa refletir sobre. Filhos são bênçãos! Servem, ajudam, edificam e se amam! O que você tem sido para seu irmão? E para seus pais?

3 Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.

4 Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.

(Salmo 127)

Fomos chamados para fazer diferença inclusive em nossa casa. Nós jovens, somos fortes para que, com uma boa parceria, possamos fazer com que nosso lar também seja diferente e abençoado.

1 Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.

2 Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;

3 Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.

(Efésios 6 - ACRF)

Que tal você mesmo tomar uma decisão quanto àquele seu irmão, que você diz ser chato, e demonstrar sua admiração e agradecer pelo que ele é em sua vida? Ou mesmo, parar de reclamar com os pais e ajudá-los em seus afazeres ou onde for necessário?

Que Deus nos conceda cada vez mais lares abençoados e com filhos tementes ao Senhor Jesus.

Grande abraço!

segunda-feira, 16 de março de 2009

Dependemos de Deus



Salmo 124

1 Se o Senhor não estivesse do nosso lado; que o repita Israel:

2 Se o Senhor não estivesse do nosso lado quando os inimigos nos atacaram,

3 eles já nos teriam engolido vivos, quando se enfureceram contra nós;

4 as águas nos teriam arrastado e as torrentes nos teriam afogado;

5 sim, as águas violentas nos teriam afogado!

6 Bendito seja o Senhor, que não nos entregou para sermos dilacerados pelos dentes deles.

Nota: Bíblia Sagrada - Nova Versão Internacional (NVI).


Que a graça e a paz do Senhor Jesus estejam com você.

O que seria de nós se a misericórdia de Deus não nos alcançasse? Onde estaríamos se Deus não se compadecesse das nossas fraquezas? "Se o Senhor não estivesse do nosso lado..." seríamos consumidos e estaríamos perdidos. Mas podemos render graças por sermos alvo da misericórdia do Senhor.

22 Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis.

23 Renovam-se cada manhã; grande é a sua fidelidade!

(Lamentações 3 - NVI)

Estamos vivos por causa da misericórdia de Deus e somente por causa do grande amor com que Ele nos amou é que permanecemos sobre a face da Terra. O único e verdadeiro Deus, o qual é santo e infinitamente grande, nos ama e manifestou suas misericórdias para conosco; pois nós agora temos o direito de sermos chamados Seus filhos (João 1.10-13), quando antes nem mesmo merecíamos um nome.

1 Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! ...

(1 João 3.1a)

Quando o grande amor de Deus se manifestou nos trazendo a graça salvadora através de Cristo, Deus não somente nos deu a vida que preparou para nós (isto é, uma vida de comunhão com Ele), mas também nos regenerou e nos nomeou Seus filhos para sempre. Agora, na condição de filhos, entendemos que dependemos de Deus, nosso Pai. E assim não vivemos para nós mesmos, mas para Ele, para que em tudo Ele se agrade de nós.

Quando estiver diante de situações que exigem uma tomada de decisão, lembre-se: você depende do seu Pai. Vá até Ele, converse com ele, consulte-o; Ele sempre sabe o que é melhor para nós. E se as dificuldades vierem, lembre-se do grande amor com que Ele tem te amado, das Suas infindáveis misericórdias e corra para os braços do Pai.

Tenha uma ótima semana.

Que Deus te abençoe em nome de Jesus.

Um abraço.

sábado, 1 de novembro de 2008

A obediência vale mais que as palavras



"Por que vocês me chamam 'Senhor, Senhor' e não fazem o que eu digo?"
(Lucas 6.46 - NVI)

Servir a Deus é privilégio de poucos. Mas há muitos que se nomeiam servos e, contudo não fazem a vontade do Senhor; também há muitos que se nomeiam "filhos de Deus", mas não obedecem a vontade do Pai.

Não adianta tratar a Deus com uma reverência apenas verbal e ter o coração, de onde procedem as suas ações, distante de dEle. Se Ele é seu Senhor e seu Pai, você lhe deve uma reverência que vai além de tratá-Lo por Seus títulos ou fazer menção de Seu nome. O que vale, de fato, é obedecer à vontade do Pai.

Certa vez Jesus propôs uma parábola, dizendo que um homem tinha dois filhos e, ao aproximar-se do primeiro para "ordená-lo" a certo serviço, ouviu um áspero "Não quero!". Sendo que depois, este mesmo filho mudou de idéia ("arrependeu-se") e obedeceu a ordem, sem fazer menção disto a seu pai. O pai,tendo recebido aquela resposta negativa, foi ao segundo filho; deu-lhe a mesma "ordem" e ouviu a resposta devida: "Sim, senhor!". Porém, sem que o pai soubesse, o segundo filho não foi cumprir a "ordem" que recebera (Mateus 21.28-30). A pergunta de Jesus, é a mesma que eu faço a você agora: "Qual dos dois fez a vontade do pai"?

É lógico que foi o primeiro filho. Pois, quando foi convocado ao trabalho, ele negou-se a ir; mas mudou de idéia (era seu pai que o havia mandado) e, obedecendo, foi. Já o segundo recebeu a mesma ordem, deu a resposta certa (apenas para "satisfazer" a seu pai) mas não cumpriu com a tarefa.

E quantos há que com orgulho dizem "Eu sou filho de Deus!" ou chamam Deus de "Pai", "Papai", "Paizinho" ou ainda "Senhor", mas não fazem a vontade dEle. A verdade é que não são servos, nem filhos.

O que Deus espera de você é a obediência, ainda que num primeiro momento você tenha se negado a fazer a vontade dEle, se você o tem por "pai" ou "senhor", não haverá de resistir para sempre. As suas ações falam mais que as palavras, aja como filho e não fale somente.

Tenha um fim de semana abençoado!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Bem-aventuranças VII



"Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus."
(Mateus 5.9 - NVI)

Imagem Mão pintada com a palavra PAZ

Em cada lição o Mestre nos mostra que quanto mais nos aproximamos de Deus, mais felizes nós somos. O Mestre é "o caminho" para chegarmos a Deus (João 14.6); quanto mais seguimos os passos do Mestre, mais parecidos com Ele nos tornamos e chegamos mais perto de Deus: Ele é o Cristo, nós somos cristãos; Ele é o Filho, nós também o somos por adoção... Ele é o Príncipe da Paz (Isaías 9.6), nós devemos ser "agentes" da mesma (pacificadores).

Antes de mais nada, é necessário entender que "paz" aqui não significa simplesmente ausência de guerras ou tribulações ou perturbações de ordem diversas; muito mais que isto, a paz é o estado espiritual que experimentamos ao nos aproximarmos de Deus através de Cristo (Romanos 5.1,2). É claro que isto nos faz evitar intrigas, brigas e qualquer outra forma de ação contra a paz (estabilidade emocional) geral; pois a paz que temos em Deus nos mobiliza a promover a paz entre os homens (Romanos 12.18).

Logo, nós como "agentes da paz" (pacificadores) precisamos levar a todos o Evangelho que nos faz ter paz com Deus, conosco e com os outros; e ao mesmo tempo precisamos promover a paz com ações, quando isto depender de nós. Levar o Evangelho da paz aos outros parece fácil, mas em paralelo nós precisamos agir externando a paz que temos com Deus por Cristo. Como fazer isto?

Vejamos o que Paulo ensinou aos irmãos que viviam em Éfeso:

... e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz."
(aos Efésios 6.15 - NVI)

Só para esclarecer, Paulo falava que devemos nos vestir de toda armadura de Deus para ficarmos firmes quando enfrentarmos as ciladas do Diabo. Devemos calçar os nossos pés na preparação do evangelho da paz, para que os nossos passos sejam "passos de pacificadores", e onde pisarmos a paz de Deus florescerá. As nossas ações (nossos passos) devem nos conduzir pelo caminho da paz, conservando-a em nós e transmitindo-a aos outros, e devemos evitar qualquer ação que impeça a frutificação da paz, enquanto isto depender de nós.

Tomem cuidado com as ciladas do Diabo; pois ele inventou uma cilada chamada "fundamentalismo religioso" (ou extremismo) na qual a religião se torna mais importante que o próprio Deus: pois quando Deus diz que devemos "amar o próximo" como a nós mesmos (o segundo maior mandamento da Lei; Mateus 22.34-40) o "fundamentalismo" diz que devemos evitar os que ainda não foram alcançados, ou pior, devemos tratá-los como "filhos do Diabo". Não siga por aí, siga a Cristo e leve o Evangelho a quem precisar, promovendo a paz com suas ações, e você será feliz sendo reconhecido como "filho de Deus".

Que a graça e a paz de Deus sejam com o seu espírito.

Tenha uma ótima semana!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O Outro Pródigo



Leia Lucas 15


Sempre que lemos a história do filho pródigo em Lucas 15.11-32, somos levados a ver a maldade do coração de um filho que abandona o lar após pedir uma herança que ainda não era sua por direito (pois o pai ainda estava vivo), que esbanjou, dissipou tudo e depois voltou humilhado e quebrantado para a casa paterna, sendo acolhido com amor. Mas hoje gostaria de lhe convidar a ver o outro pródigo. Olhe comigo para o legalista, para o fariseu e analise se muitas vezes não temos sido assim.

Ao ouvir que seu irmão voltara e que o pai fizera grande festa, dando-lhe um anel (restituindo assim o direito de filiação), aquele homem revoltou-se contra o pai, mostrando o íntimo do seu coração. Ele era um legalista, alguém que vive do exterior, do que pode ser visto, mas não faz isso com a motivação correta. Vejamos algumas coisas sobre esse tipo de gente:

  1. Serve a Deus por obrigação ritual e legal, não pela motivação correta do coração;
  2. Busca "recompensa" em troca das suas "boas atitudes". O personagem de nossa história bradou para o pai que lhe servira a vida toda e nunca recebera um cabrito como recompensa (29). Um exemplo claro em nossos dias é a tal história de dar o dízimo para receber a bênção; ou ir para o culto em busca da bênção, da cura, da libertação;
  3. São acusadores. São velozes e furiosos para apontar o dedo para o pecado alheio, e na medida que fazem isso, se auto proclamam santarrões (Lc 18.11,12);
  4. Criam seus próprios padrões, geralmente acrescentando (seja por interpretação, seja na elaboração de "leis complementares") coisas à Escritura, ou suprimindo aquilo que não lhes interessa.
  5. São conhecidos por na prática, serem aqueles do "faça o que eu digo, não faça o que eu faço".

Amados, a Escritura nos exorta a viver pela graça e praticarmos a lei do Senhor. Não devemos ser antinomistas, que não se importam com a Palavra do Senhor, que não dão valor ao Padrão. Por outro lado, não podemos em hipótese alguma ser retos aos nossos próprios olhos; precisamos diariamente olhar para nós mesmos e dizer que somos miseráveis pecadores e que nada merecemos do Senhor.

Não há a menor condição de nos achegarmos ao Pai pelos nossos méritos pessoais. Nossas boas obras são sujas de pecado, porque somos pecadores. Quando chegamos ao trono, fazemos isso por meio do Cordeiro que se deu em sacrifício. Assim sendo, não há espaço para legalismo, para arrogância...
Cheguemo-nos humildes ao trono da graça, como filhos que têm um Pai!
Que o Pai nos amolde ao caráter dEle!


Um abraço afetuoso,


Pr. Caco

Visite: Ortopraxia

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Ele te entende



"Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o SENHOR tem compaixão dos que o temem; pois ele sabe do que somos formados; lembra-se de que somos pó."
(Salmo 103.13,14)

Foto: Pai com bebêVocê se esforça, mas não são raras as vezes em que você se vê frustrado. Sente-se incapaz de acertar, se vê incompreendido ou desprezado por não atender as expectativas dos que te cercam. Seu pai espera que você siga tal profissão, sua mãe deseja que você constitua família e que seja uma família bem ajustada, seus irmãos esperam que você vá àquela festa, seus filhos esperam ganhar presentes, seu cônjuge espera que lhe dê carinho, alguém conta com sua ajuda; existem muitas expectativas sobre você, você também espera muito de si mesmo: Espera atender às espectativas de alguém que lhe é caro, espera alcançar as metas no trabalho ou a aprovação nos estudos etc. E quando você não alcança algum desses objetivos, você se vê incapaz.

Agora, olhe para você. Seus vícios, seus defeitos, sua inconstância, seu temperamento explosivo, sua falta de fé, seu apego aos prazeres fúteis... você se esforça para dizer o contrário, mas tem certeza de que Deus não aprova esse comportamento. Deus tem todo o direito de te castigar, de te desprezar ou, no mínimo, de dizer que está decepcionado com você, mas o que Ele diz? Ele diz: "Eu te amo, meu filho. Sei que você é frágil e estou disposto a te ajudar, basta que você me deixe fazê-lo". É, Ele diz algo assim. Isso porque, ao contrário de todas as outras pessoas (incluindo você mesmo), Deus conhece a sua estrutura, sabe do que você foi formado. Ele te entende muito bem.

Então é hora de voltar aos braços do Pai. É hora de buscar a ajuda de quem realmente te entende bem. Não se acanhe. Ele não vai te olhar com desprezo, mas com carinho. Ele não vai virar as costas, vai estender a mão. Vá a Ele agora, e Ele afastará de você tudo o que te afasta dEle.

Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem; e como o Oriente está longe do Ocidente, assim ele afasta para longe de nós as nossas transgressões.
(Salmo 103.11,12 - NVI)

Venha aos braços do Pai, sinta o carinho dEle, peça a Ele que te conduza, que te ajude. Ele te espera, está pronto para te receber.

É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças, que resgata a sua vida da sepultura e o coroa de bondade e compaixão, que enche de bens a sua existência, de modo que a sua juventude se renova como a águia.
(Salmo 13.3-5 - NVI)


Que verdadeira paz e a infinita graça do Pai te cerquem, e que em tudo sejas abençoado!

Até a próxima!


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