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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

TEMOS PASTOR - 3ª PARTE (FINAL)



Estamos caminhando para o final de nossa meditação no Salmo 23. Anteriormente vimos nosso Pastor como Providente e Guia. Hoje vamos ver um outro aspecto do pastoreio do nosso Deus.

3. Ele é Acolhedor (5 – 6) - Esse Deus que é Pastor Providente e Guia dos seus é também Hospedeiro; Ele é o que prepara uma mesa na presença dos adversários. A melhor tradução aqui para adversários seria provocadores. Davi de forma direta trata daquilo que vinha sendo dito antes de maneira mais figurada. Ele nos fala que pela liberalidade divina, é suprido com tudo quanto lhe é necessário para manutenção desta vida. Ao dizer: Tu preparas uma mesa perante mim, está declarando que Deus lhe fornecerá o sustento como um pai que estende a mão para dar comida a seu filho. Então enaltece esse benefício a partir de uma consideração adicional ao dizer que embora, ou por mais que muitas pessoas maliciosas invejem sua felicidade, e desejem sua ruína, Deus não desiste de demonstrar sua inesgotável liberalidade para com ele e de fazer-lhe bem.
É interessante notar agora as figuras na parte restante do quinto verso:unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Há um caráter festivo nessa unção com óleo, que cabe muito bem na ocasião. Nos tempos antigos ninguém imaginava receber um convidado em uma de suas grandes festividades e não acolhê-lo sem honrosamente perfumá-lo.
Ungir com óleo e transbordar de cálice, devem ser explicados como denotando a abundância que vai além do mero suprimento das necessidades comuns da vida. O derramar perfumaria de forma honrosa os convidados para os banquetes e em decorrência haveria o transbordar do cálice que podemos certamente entender como derramar ou transbordar de alegria. Parece-me que aqui o poderoso e extremamente confiante rei Davi está agora num momento de derramamento de gratidão, diante do Senhor pela sua divina providência; e de fato seria até estúpido que não houvesse total gratidão de sua parte para com Deus. Após derramar-se de grato pela certeza de que tinha no Senhor seu Hospedeiro, Davi caminha para o final do salmo de forma tão bela quanto começou.
Se o início ele diz que o Senhor é seu Pastor, aqui, tendo-o como hospedeiro, nos mostra as conseqüências disso: Bondade e misericórdia certamente me seguirão: Davi expressa sua convicta certeza da continuação delas até o fim de sua vida. Essa certeza no coração do rei estava firmada na beneficência de Deus. Em termos gerais o salmista nutria em seu coração a esperança baseada na bondade do Pastor que jamais falha e que lhe seria favorável até o fim.
Queridos, comer e beber na mesa de alguém criava um vínculo de lealdade mútua, podendo ser um culminante sinal de uma aliança. Assim aconteceu em Ex 24. 8 -12, onde os anciãos de Israel "viram a Deus, e comeram e beberam"; assim também foi Última Ceia, quando Jesus anunciou: "Este é o cálice da nova aliança, no meu sangue" (1Co 11.25). Ser hóspede de Deus é muito mais que ser um mero conhecido, convidado para o dia. É conviver com Ele. Há aqui mais uma vez a idéia de peregrinação que terminaria na Casa do Senhor. "E habitarei na casa do Senhor para todo sempre". Literalmente as palavras do rei devem ser traduzidas por "para a duração dos dias" que não é necessariamente uma expressão para a eternidade. Mas a lógica da aliança divina não permite terminação alguma do Seu compromisso com os homens por quem Cristo derramou seu precioso sangue. Somos então levados a olhar pra esse texto crendo que verdadeiramente habitaremos com o Senhor por toda a eternidade.

Meu
s queridos, o Salmo do Pastor deve agir em nossas vidas como um combustível para gratidão ao Senhor que nos amou, nos pastoreia, nos guia e prepara-nos para comunhão eterna e perfeita com ELE mesmo. Ler essa poesia conforta os corações entristecidos, traz refrigério aos cansados e enche de esperanças aqueles que verdadeiramente amam o PASTOR.
Que ao meditar nessa pela poesia você possa encher-se de um novo ânimo pela firme convicção de que O Senhor é seu Pastor, dEle você não terá falta!

Deus nos cuide!

Um abraço carinhoso,

Pr. Caco


Fonte: Postado originalmente no Ortopraxia, o blog do Pr. Caco.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

TEMOS PASTOR - 2ª PARTE



Bem pessoal,

No sábado passado comecei falar sobre o pastoreio do Senhor; o vimos como PROVIDENTE. Vamos continuar?
Vejamos mais uma faceta do Senhor, nosso Pastor.


2. Ele é Guia (3b – 4) - Em segundo lugar, o Senhor é o Guia e nós somos os viajantes. Há uma caminhada, há uma estrada a percorrer, mas não sabemos o caminho, não chegaremos ao fim, a menos que sejamos guiados. E temos um Guia, o Senhor; Ele é quem se põe a nossa frente, nos direcionando na caminhada. O texto diz: Guia-me pelas veredas da justiça. Aqui mais uma vez vemos a confiança do salmista de que estava sendo guiado por Jehovah. Há no coração desse servo a mais pura convicção da direção de Deus em sua vida.
Imediatamente após falar sobre a direção do Senhor, Davi, como se quisesse tirar de si qualquer merecimento, brada: Por amor do seu nome! Em Ezequiel 36.22: "Dize, portanto, à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Não é por amor de vós que eu faço isto, ó casa de Israel, mas pelo meu santo nome, que profanastes entre as nações para onde fostes".
Que bela declaração de amor feita pelo Senhor ao Seu Santo Nome. Deus ama a si mesmo de forma infinita e inexplicável e por amor a Si, ele nos guia. Não o faz por merecimento nosso e sim para sua própria glória.
Conduzir-nos pelas veredas de justiça, antes de tudo, alegra o coração do Senhor, pois Ele o faz para seu próprio prazer. Amados, o verso quatro traz a tona uma outra verdade que se lida isoladamente nos será desagradável, mas quando compreendida em sua totalidade reforçará a certeza que o Senhor nos guia. Ainda que eu ande no vale da sombra da morte... Por acaso Davi está dizendo que poderemos passar por aflições imensas? Sofrimentos de morte? Sim, ele está. Mas como? Somos guiados pelo Senhor! Somos seus peregrinos! Por que isso acontece? Eis, a resposta, mais uma vez nas palavras do reformador João Calvino: "Os verdadeiros crentes, ainda que habitem seguros sob a proteção de Deus, estão, não obstante, expostos a muitos perigos, ou melhor, são passíveis de todo gênero de aflições que sobrevêm à humanidade em comum, para que eles possam melhor sentir o quanto necessitam da proteção divina". É interessante perceber que Davi ao supor que pode vir a passar por sofrimentos, diz ter certeza da presença do Senhor, do seu Pastor e Guia. Há pois uma certeza presente no coração desse servo: Tu estás comigo! É como se ele falasse: Olha, se na minha caminhada eu tiver que passar por um vale da morte (CERTAMENTE PASSAREMOS POR ISSO), por adversidades tremendas, por aflições atemorizadoras, não terei medo; estou sendo guiado pelo Senhor, O Supremo Pastor, o meu Deus. Aqui mais uma vez é exaltada a providência divina e reafirmada a confiança do rei no Senhor. O Deus de Israel garante ao viajante sua chegada ao fim. Não há como ser guiado por Ele e se perder em meio ao vale da morte, não há como ser devorado pelo caminho. como diz a canção: "ainda que vier nuvem traiçoeira, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo...!!".
No restante do verso, o salmista diz de que forma o seu Guia o mantém em segurança. Davi faz uso de outras figuras sobre o pastor; ele diz que o bordão e o cajado do Senhor o consolam. Assim é nos dito que enquanto estiver exposto a algum perigo, contará com suficiente defesa e proteção, estando sob o cuidado pastoral de Deus. O bordão servia para combater animais ferozes e o cajado para dirigir o rebanho. Por diversas vezes, como ovelhas rebeldes que somos, pensamos em "fugir" da direção do Pastor, em seguir o nosso próprio caminho, pois há caminhos que aos nossos olhos são bons, mas Ele, o nosso Guia, arrasta-nos, puxando-nos irresistivelmente e nos guarda debaixo de sua poderosa mão.
Não há como negar que em algum momento o crente fiel se sente amedrontado em meio aos perigos da vida. Davi certamente os experimentou, mas havia em seu coração a certeza da proteção e direção divinas. O grande rei, era um pequeno servo confiante da direção do Deus de sua vida.
Que o nosso Pastor continue direcionando sua vida, preparando-lhe para o grande dia!!

Deus nos cuide!

Um abraço,

Pr. Caco


Fonte: Postado originalmente no Ortopraxia, o blog do Pr. Caco.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

TEMOS PASTOR - 1ª PARTE



Em um tempo em que a idéia de pastorado tem sido perdida é preciso olhar para a Escritura e contemplar o pastoreio do Senhor. Olhe com carinho para o belo Salmo 23. 

De forma bastante simples e devocional, tentarei trazer algumas verdades acerca da forma como Deus nos pastoreia. 

1. Ele é Providente (1 - 3a) - Nas muitas vezes que falamos do Senhor, sempre usamos figuras que representem seu poder. Isso se dá de forma muito notória no próprio livro dos Salmos, onde predominam figuras como "rei", "libertador" ou até outras mais impessoais como "rocha" e "escudo". Mas aqui o Salmista, que provavelmente estava vivendo um dos mais felizes momentos de sua vida, faz-nos parar e perceber uma outra figura de extrema importância a respeito do nosso Deus: Ele é o Pastor.

Quando contemplamos o nosso Deus como Davi o fez, e traçamos um comparativo do cuidado que um pastor de ovelhas tem com sua possessão, percebemos então a grandeza dessa afirmação simples porém complexa do salmista maravilhado pelo seu Deus. Para o israelita o pastor não só orientava e tomava providências em favor do rebanho, mas também disciplinava e julgava. Por isso a idéia de pastor veio a ilustrar, quase que sempre, no Antigo Testamento e depois no Novo, a função do rei. Textos como Jr 23.3,4 e Lc15.3 -7 ilustram essa verdade. O Senhor é o pastor providente com sua possessão. Davi diz que de nada sentirá falta ou dEle não terei falta. Não está o rei falando necessariamente de bens materiais, se bem que o Senhor também nos supre com eles, mas aqui o salmista volta-se para o sustento, para a provisão espiritual que o Pastor proporciona às suas ovelhas.

Amados, no segundo verso, logo em seguida a sua afirmação inicial o rei querendo ainda mais acrescer elementos de confiança, revela outros dois traços da ação pastoral de Deus: Ele me faz repousar em pastos verdejantes... Leva-me para junto das águas de descanso. Em meio a uma região quente como a Judéia, os pastores sempre buscavam lugares calmos nos quais as ovelhas pudessem descansar, bem como águas tranquilas, pois era inconveniente para o rebanho beber água em fortes correntes. No terceiro verso, parte inicial, há mais uma bela verdade sobre o pastoreio de Jehovah. Em seu livro Teologia da Alegria, John Piper ao comentar esse trecho nos diz o seguinte: "... Isso significa que Davi teve dias ruins. Houve dias em que sua alma precisou ser reanimada. A vida do servo de Deus é um normal processo repetitivo de restauração e renovação".

O Senhor nosso Pastor não mudou ao longo dos anos, continua sendo um zeloso cuidador do seu povo. Precisamos confiar nEle como nosso Sustentador. Ainda hoje Deus que continuar cuidando de todos aqueles por quem o seu Filho Amado morreu na cruz.

Que o Supremo Pastor cuide de nós!

Um abraço carinhoso,

Pr. Caco 


Fonte: Postado originalmente no Ortopraxia, o blog do Pr. Caco.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O Caminho Do Amor



Depois de alguns dias sem escrever nenhuma "carta" resolvi "conversar" novamente. Hoje dirijo minhas palavras aos cristãos de modo geral, principalmente aqueles que começam agora a trilhar os caminhos sob a direção do Pastor de Israel. Todos serão representados pelo Léo, um jovem amigo que tem aprendido mais acerca da vida com Deus. Vamos lá...

Fala Léo,
Como você tá meu mano? E aí? Como anda a vida? Diz como tem sido essa fase de sua vida, onde todas as coisas surgem como novidades? Sei quem você tem passado a vivenciar coisas diferentes, e que tudo pode parecer bem confuso no começo, mas saiba que o Pastor cuidará de sua vida em todos os momentos e não deixará que você se perca, que saia das boas mãos dEle.
Meu amigo, quero compartilhar com você hoje acerca dalgumas verdades sobre o imenso amor com que Deus nos amou. Mais precisamente gostaria que você parasse um pouco nessa sua vida agitada, sentasse num cantinho, seja ele qual for e se debruçasse por alguns instantes diante da Palavra de Deus e contemplasse o que chamo de "Caminho do Amor". Quero que leia alguns textos da Escritura Sagrada e adore ao Senhor que lhe amou e que deu seu Filho único para que você tivesse convicção de vida eterna (João 3.16).
A Bíblia nos ensina que com o pecado de Adão todos os seus descendentes nasceram em pecado, consequentemente em condenação, em morte eterna (Gênesis 3). Uma imediata consequência do pecado foi a perda da comunhão com Deus. A relação de amizade entre Deus e a humanidade deu lugar a inimizade. Perdemos o direito de filhos, perdemos a intimidade com Deus!
Sabe Léo, estávamos perdidos, sem a menor possibilidade de nos achegar ao trono da graça. Não poderíamos em hipótese alguma atingir o padrão de santidade exigido pelo Senhor, porque nossas obras são manchadas pelo pecado. Mas em Genesis 3.15 o Senhor já demonstrou de sua graça ao prometer que o "descendente" da mulher esmagaria a cabeça da serpente (que a Bíblia vai nos informar mais tarde ser o próprio Diabo – Apocalipse 12.9).
Olhe comigo para a Bíblia e veja algumas paisagens no Caminho do Amor:
1. O AMOR DEMONSTRADO NA ENCARNAÇÃO DO DEUS FILHO – Lendo o Evangelho de João, vemos que Deus cumpriu essa promessa. O Verbo de Deus, o Deus filho fez-se carne, habitou entre nós e deu-nos o privilégio de sermos filhos de Deus (João 1.1-14). O apóstolo Paulo diz que em Cristo nós fomos adotados (Efésios 1). Sabe alguém pode dizer que se Jesus era Deus não foi difícil habitar entre nós. Mas esse pensamento desconsidera totalmente o fato de que ao habitar entre nós Cristo humilhou-se, vivenciou em sua própria carne todas as mazelas da pecaminosidade humana. Ele suportou aqui as consequências de pecados que jamais, em tempo algum cometeu. Por que? Por amor!
Meu querido, contemple a maravilhosa paisagem desse amor "Emanuel – Deus conosco". Ele chorou as nossas dores, lamentou nossa incredulidade, amou-nos com um amor incondicional, imutável. Tanto nos amou que veio humilhar-se em nosso lugar.
2. O AMOR DEMONSTARDO NA MORTE DO CORDEIRO DE DEUS – João Batista diz que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Cristo deu-se na cruz voluntariamente para retirar de sobre nós o escrito da dívida; dívida essa que jamais, por mais retos que tentássemos ser, poderíamos pagar. Jesus Cristo sofreu na cruz do Calvário a justa ira do Pai contra os meus e os seus pecados. Ele se intitula "O BOM PASTOR" (João 10), e sendo o que é, deu a vida por você.
Feche os olhos meu mano e contemple por alguns instantes a paisagem do Deus todo Poderoso (ELE EM NENHUM MOMENTO DEIXOU DE SER DEUS), caminhando exausto, abatido, chicoteado, humilhado, atribulado, suportando as dores que o Pai fez cair sobre Ele por amor a você. Trilhe os caminhos das ruas acidentadas de Jerusalém e contemple seu Deus caminhando como ovelha muda para o matadouro e consiga, meu mano, não chorar diante de tão grande prova de um amor imensurável, inesgotável e completamente imutável.
Ele tanto lhe amou que morreu para que você tivesse vida, que suportou na cruz as dores do inferno para que, pelo castigo dEle houvesse paz para nós, para que pelas suas pisaduras pudéssemos ser sarados (Isaías 53) e para nos desarraigar desse mundo perverso nos transportando para o reino da Luz (Gálatas 1).
3. O AMOR DEMONSTARDO NA SEGURANÇA QUE ELE NOS PROPORCIONA – Você já leu Romanos 8? Não? Pare por um instante e leia atentamente esse texto. Ande devagar e colha algumas pérolas lançadas para nosso deleite. Os versos 28 a 39 fazem com que contemplemos a pérola da maravilhosa segurança que Ele nos confere.
Quem pode nos separar do amor de Deus? Quem pode agora, depois que o Cordeiro habitou entre nós e deu-se na cruz, nos acusar, nos condenar? NINGUÉM! Deus é quem nos justifica! Glória a Deus!!
Léo, em momento algum na sua caminhada cristã deixe de colher nesse texto a preciosa jóia da segurança. Nós não somos cristãos porque somos retos, bonzinhos, merecedores do amor de Deus (DEFINITIVAMENTE NÃO MERECEMOS NADA DE DEUS! NADA!!); nossa certeza que não seremos batidos não está baseada em virtudes inatas ou adquiridas aos longo de nosso caminho de vida. A fortaleza está no amor de Deus que não nos permite perdermos-nos de suas maravilhosas mãos graciosas.
Esteja certo que nada pode lhe separar do amor que está em Jesus Cristo nosso Senhor!
4. O AMOR DEMONS
TRADO NA ESPERANÇA DE SUA VOLTA – Meu irmão Léo, olhe o quadro perfeito que nos faz viver em intensidade de alegria a caminhada cristã. Contemple a esperança que Ele nos dá. Ele voltará (Atos 1.6-11). A Escritura nos garante em diversos textos que o Cordeiro que se deu na cruz voltará cheio de glória e nós habitaremos com Ele para todo sempre (Apocalipse 5; 21,22).
O apóstolo Paulo diz que essa esperança é motivo de consolo para todos aqueles que um dia se dobraram diante de Cristo e o reconheceram como Senhor de suas vidas (1Tessalonicenses 4.13-18). Viva essa certeza meu querido amigo. Tenha plena convicção que um dia um BOM PASTOR voltará e que você ouvirá dele: "Venha a mim bendito do meu Pai!!".
Meu sincero desejo para sua vida meu amigo é que em todos os instantes os seus caminhos sejam trilhados com os olhos fitos naquele que nos amou tanto que habitou entre nós, morreu por nós, nos dá segurança e esperança.
Que você possa em cada dia andar pelo CAMINHO DO AMOR!



Grande Abraço,
Pr. Caco
—
Nota: texto orginal no Ortopraxia, o blog do Pastor Caco.

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